– Certo... quem é você, e o que estava fazendo nessa floresta? Anões são um povo de minas e montanhas, florestas não são seu forte.
– Meu nome é Buryür, elfa, e meus objetivos não são de seu interesse. Não é só porque me salvou, que vou lhe dizer o que eu quero. Você é uma elfa, e o fato de você ter me livrado da aranha gigante não muda nada entre nós. Saiba que depois que o lobo estiver bem, vou continuar seguindo o meu destino - Buryür pega um pedaço de carne de sua mochila e começa a comer
– Anões, desde sempre trogloditas antissociais. - De fato, os anões passaram todas as eras dentro de suas cavernas, sempre procurando por metais e pedras preciosas, com o simples intuito de satisfazer sua ganância. - Estou surpreendida de ver um anão aqui na floresta, ainda mais um que se preocupa com as outras formas de vida. Quando não estão em seus túneis, estão na taberna bebendo.
– Olha aqui sua elfazinha de araque, quem você pensa que é para falar de mim e de meus irmãos?
quinta-feira, 31 de julho de 2014
sábado, 5 de julho de 2014
A Grande Aventura [PARTE 1]
Depois de sair da Montanha de Ferro, Buryür olha em volta, procurando orientação. Ele sabia que tinha que ir em direção ao leste, e foi pra la que começou a caminhar. Logo que se aproximou da fronteira, vários pensamentos tomaram conta de sua cabeça. Antes mesmo de sair de casa ele já sentia falta das cosias que fazia(apesar de não gostar de muitas), como a mineração, os jogos na taberna, a cerveja vermelha depois de um cansativo dia de trabalho e tudo o mais. Porém, era aquilo que ele realmente desejava: uma aventura, assim como seu pai.
Assim que atravessou o lago que dividia Doherimm e Samburdia, Buryür adentrou a floresta samburdiana e continuou sua jornada. A carga que carregava era pesada - mas isso não diminuía a velocidade de seus passos - e ele ainda não tinha almoçado, tinha que comer logo se não quisesse ficar sem forcas e ser abatido por qualquer perigo da floresta. Enquanto comia e descansava um pouco, Buryür sente cheiro de carne podre, e um barulho de folhas balançando.
Assim que atravessou o lago que dividia Doherimm e Samburdia, Buryür adentrou a floresta samburdiana e continuou sua jornada. A carga que carregava era pesada - mas isso não diminuía a velocidade de seus passos - e ele ainda não tinha almoçado, tinha que comer logo se não quisesse ficar sem forcas e ser abatido por qualquer perigo da floresta. Enquanto comia e descansava um pouco, Buryür sente cheiro de carne podre, e um barulho de folhas balançando.
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