– Venham, sigam-me todos vocês! - disse o trovador, dirigindo-se aos que estavam de pé.
– Quem é você, e por que deveríamos confiar em um bardo desconhecido? - disse Buryür, ajudando Ruprest a se levantar do chão, pois estava inconsciente.
– O... o que aconteceu? Onde está aquele homem? - disse Ruprest, confuso - Quem é o bardo?
– Isso não importa agora, minha magia não vai durar por muito tempo. Se quiserem respostas, me acompanhem.
Todos começam a seguir o homem, que carregava o sacerdote preso às cordas mágicas do instrumento. Após adentrarem a cidade carregando o seu possível destruidor, todos os aldeões olhavam e apontavam para o grupo, sussurrando coisas ao seu respeito. Quando aproximaram-se do palácio real, um guarda os intercepta, mas logo é interrompido pelo bardo, que disse: " Este em minhas cordas é o sumo-sacerdote de Megalokk, pode vir a ser uma ameaça. Exijo falar agora com o rei!". O clima de tensão e o silêncio reinavam o momento, até que foram cortados pelo rei:
– Vocês foram os responsáveis por toda a baderna no portão leste? Apresentem-se!
– Sou Buryür, senhor. O caçador. Anão com orgulho!
– Ruprestson, filho de Ruprest. Eu sou um atirador.
– Liliel, a feiticeira, ao seu dispor.
– Sou Skuld, senhor. Uma elfa.
– Meu nome é Hirohito, e não te importa quem eu sou. Quero apenas sair daqui! - Hirohito vira as costas para o rei e vai andando em direção ao portão do salão, porém é impedido pelos guardas.
– Calado, samurai! Você não sai daqui até segunda ordem. Palavras insolentes podem gerar terríveis consequências! Agora me diga, bardo, os motivos de todo o alvoroço do lado de fora. E quem é esse homem que carrega em suas cordas? - disse o rei, curioso.
– Serei o mais breve e direto o possível, majestade. Este homem é o sumo-sacerdote, a mais terrível espécie de magos, de Megalokk, o senhor das bestas. Veio até sua cidade para destruí-la, já que cultuam a outros deuses. Eu e meus companheiros o impedimos de realizar tal ato, e por isso, ó rei, peço um bom quarto para nós investigarmos sobre o mago e suas tendências.
– Tudo bem. Consiga algum quarto para o bardo e seus companheiros - disse o rei, para um de seus serventes.
segunda-feira, 20 de outubro de 2014
segunda-feira, 18 de agosto de 2014
A Grande Aventura [PARTE 5]
Todos levantam apressados, largando suas bebidas; alguns para defender Sambúrdia, outros para se esconder da ameça então desconhecida. Buryür levanta rapidamente, pega sua balestra e tenta tomar um rumo no meio da multidão. "Mal acabei de chegar na cidade e ela já está sob ameaça! Pelas barbas de Nimb, que azar!", pensou o anão, que logo percebe que o homem com quem havia falado estava correndo junto com ele.
quinta-feira, 14 de agosto de 2014
A Grande Aventura [PARTE 4]
Liliel era uma qareen(meio-gênio, descendente de um humano e um ser mágico) que havia saído de casa para uma aventura. Jovem como era, amava ajudar as pessoas e realizar desejos, por isso decidiu cair na estrada e viver uma vida de bons feitos. Estava perdida no meio da floresta, queria chegar logo na cidade mais próxima, mas antes parou para um banho de rio e ter seu merecido descanso, após horas de caminhada. Por algum momento pensou ter visto algum ser de baixa estatura - talvez um anão - olhando pra ela, mas talvez não fosse nada, e ignorou.
Depois de um tempo deitada apreciando as belezas de Sambúrdia, percebe um homem aparentemente velho correndo pela trilha, e uma mulher andando logo atrás dele. Aprontou-se e logo subiu para pedir alguma informação.
Depois de um tempo deitada apreciando as belezas de Sambúrdia, percebe um homem aparentemente velho correndo pela trilha, e uma mulher andando logo atrás dele. Aprontou-se e logo subiu para pedir alguma informação.
terça-feira, 12 de agosto de 2014
A Grande Aventura [PARTE 3]
O sol brilhava intensamente, quando Buryür avistou uma bela mulher banhando-se em um pequeno lago, que ficava a alguns metros da trilha. Não quis interromper o momento dela para pedir alguma informação, então continuou andando. Assim que chegou finalmente aos portões de Sambúrdia, um guarda o intercepta:
– Bom dia, senhor anão! O que deseja fazer em Sambúrdia nessa bela tarde?
– Olá! Belo dia esse, não? Pois bem, sou um aventureiro, e vim até sua cidade para descobrir algo sobre esse tão famoso dragão que todos tem falado tanto por aí. Também busco uma boa estalagem e uma taberna com sua melhor cerveja!
– Pois bem, isso é o que Sambúrdia tem de melhor! Entre e sinta-se em casa, meu caro senhor. Você está livre para entrar e sair a hora que quiser! Odeio interceptar a passagem das pessoas, mas cá entre nós, há um homem perigoso andando por essas bandas, portanto, fique alerta. Oficial Belzer ao seu dispor!
– Tudo bem, nada passa despercebido pelo grande Buryür! Às suas ordens, Oficial!
– Bom dia, senhor anão! O que deseja fazer em Sambúrdia nessa bela tarde?
– Olá! Belo dia esse, não? Pois bem, sou um aventureiro, e vim até sua cidade para descobrir algo sobre esse tão famoso dragão que todos tem falado tanto por aí. Também busco uma boa estalagem e uma taberna com sua melhor cerveja!
– Pois bem, isso é o que Sambúrdia tem de melhor! Entre e sinta-se em casa, meu caro senhor. Você está livre para entrar e sair a hora que quiser! Odeio interceptar a passagem das pessoas, mas cá entre nós, há um homem perigoso andando por essas bandas, portanto, fique alerta. Oficial Belzer ao seu dispor!
– Tudo bem, nada passa despercebido pelo grande Buryür! Às suas ordens, Oficial!
quinta-feira, 31 de julho de 2014
A Grande Aventura [PARTE 2]
– Certo... quem é você, e o que estava fazendo nessa floresta? Anões são um povo de minas e montanhas, florestas não são seu forte.
– Meu nome é Buryür, elfa, e meus objetivos não são de seu interesse. Não é só porque me salvou, que vou lhe dizer o que eu quero. Você é uma elfa, e o fato de você ter me livrado da aranha gigante não muda nada entre nós. Saiba que depois que o lobo estiver bem, vou continuar seguindo o meu destino - Buryür pega um pedaço de carne de sua mochila e começa a comer
– Anões, desde sempre trogloditas antissociais. - De fato, os anões passaram todas as eras dentro de suas cavernas, sempre procurando por metais e pedras preciosas, com o simples intuito de satisfazer sua ganância. - Estou surpreendida de ver um anão aqui na floresta, ainda mais um que se preocupa com as outras formas de vida. Quando não estão em seus túneis, estão na taberna bebendo.
– Olha aqui sua elfazinha de araque, quem você pensa que é para falar de mim e de meus irmãos?
– Meu nome é Buryür, elfa, e meus objetivos não são de seu interesse. Não é só porque me salvou, que vou lhe dizer o que eu quero. Você é uma elfa, e o fato de você ter me livrado da aranha gigante não muda nada entre nós. Saiba que depois que o lobo estiver bem, vou continuar seguindo o meu destino - Buryür pega um pedaço de carne de sua mochila e começa a comer
– Anões, desde sempre trogloditas antissociais. - De fato, os anões passaram todas as eras dentro de suas cavernas, sempre procurando por metais e pedras preciosas, com o simples intuito de satisfazer sua ganância. - Estou surpreendida de ver um anão aqui na floresta, ainda mais um que se preocupa com as outras formas de vida. Quando não estão em seus túneis, estão na taberna bebendo.
– Olha aqui sua elfazinha de araque, quem você pensa que é para falar de mim e de meus irmãos?
sábado, 5 de julho de 2014
A Grande Aventura [PARTE 1]
Depois de sair da Montanha de Ferro, Buryür olha em volta, procurando orientação. Ele sabia que tinha que ir em direção ao leste, e foi pra la que começou a caminhar. Logo que se aproximou da fronteira, vários pensamentos tomaram conta de sua cabeça. Antes mesmo de sair de casa ele já sentia falta das cosias que fazia(apesar de não gostar de muitas), como a mineração, os jogos na taberna, a cerveja vermelha depois de um cansativo dia de trabalho e tudo o mais. Porém, era aquilo que ele realmente desejava: uma aventura, assim como seu pai.
Assim que atravessou o lago que dividia Doherimm e Samburdia, Buryür adentrou a floresta samburdiana e continuou sua jornada. A carga que carregava era pesada - mas isso não diminuía a velocidade de seus passos - e ele ainda não tinha almoçado, tinha que comer logo se não quisesse ficar sem forcas e ser abatido por qualquer perigo da floresta. Enquanto comia e descansava um pouco, Buryür sente cheiro de carne podre, e um barulho de folhas balançando.
Assim que atravessou o lago que dividia Doherimm e Samburdia, Buryür adentrou a floresta samburdiana e continuou sua jornada. A carga que carregava era pesada - mas isso não diminuía a velocidade de seus passos - e ele ainda não tinha almoçado, tinha que comer logo se não quisesse ficar sem forcas e ser abatido por qualquer perigo da floresta. Enquanto comia e descansava um pouco, Buryür sente cheiro de carne podre, e um barulho de folhas balançando.
sábado, 21 de junho de 2014
A Grande Aventura [PRÓLOGO]
Buryür era um jovem anão, como todos que ele conhecia. Tinha 20 anos de idade e já trabalhava nas minas de Doherimm - A Montanha de Ferro(apesar de a maioria da cidade ser subterrânea). Ele fazia aquilo todos os dias, mas parecia não gostar da mineração. Sabia tudo sobre todos os tipos de rochas, cristais e gemas, e nunca tinha visto nenhum perigo aparente, e desejava profundamente mais emoção em sua vida. Seu pai, Dorngein, foi morto por um Golem de Ferro, durante uma aventura nas sombrias Montanhas Sanguinárias, o que faz Buryür ter uma extrema antipatia com objetos animados e seres que foram postos a vida por meios não naturais(como o próprio golem).
Buryür sempre teve um grande apreço por armas de tiro, e planejava entrar para o Exército de Doherimm. Também gostava de animais, e não suportava ver um animal sofrendo: pra ele, antes os animais do que os próprios anões.
sexta-feira, 6 de junho de 2014
Ideia Inusitada
Tudo começou naquela manhã. Uma manhã que, como todas as outras, parecia normal: eu acordo, tomo banho, me arrumo, e vou para a escola. Mas nesse dia, foi diferente.
Depois de fazer todo o ritual diário(acordar, tomar banho e sair), vou para o ponto de ônibus, esperar o ônibus que eu pego todo o dia para ir pra escola, entro no ônibus, passo o cartão de estudante, sento e espero chegar e depois saio do ônibus, no ponto em frente a escola. Vou andando em direção ao portão. De vez em quando, eu chego muito cedo, então o portão está fechado, e essa manhã não foi diferente. Cheguei em frente ao portão, e cumprimentei Murillo, meu colega de classe – e amigo também – . Ele está conversando com um amigo dele, o Lucas. Não é que eu não goste dele, mas , só não converso muito com ele – e nem com as pessoas, fazendo parecer que sou anti-social – . O cumprimento também.
Depois de fazer todo o ritual diário(acordar, tomar banho e sair), vou para o ponto de ônibus, esperar o ônibus que eu pego todo o dia para ir pra escola, entro no ônibus, passo o cartão de estudante, sento e espero chegar e depois saio do ônibus, no ponto em frente a escola. Vou andando em direção ao portão. De vez em quando, eu chego muito cedo, então o portão está fechado, e essa manhã não foi diferente. Cheguei em frente ao portão, e cumprimentei Murillo, meu colega de classe – e amigo também – . Ele está conversando com um amigo dele, o Lucas. Não é que eu não goste dele, mas , só não converso muito com ele – e nem com as pessoas, fazendo parecer que sou anti-social – . O cumprimento também.
quinta-feira, 8 de maio de 2014
Sobre
A redação é uma das formas mais puras que temos para expressar nossos sentimentos, incertezas, dúvidas, ideias, e tudo o mais. Podemos compartilhar expressões com outras pessoas, e assim evoluir ideias, sendo muito mais do que apenas entretenimento.
Esse blog foi feito com o intuito de trazer diversos tipos de textos: poemas, histórias, dissertações e todas as outras formas de textos, a fim de entreter o leitor, e sobretudo instiga-lo a pensar e pesquisar mais. Pegue seu café, acomode-se e boa leitura! Espero realmente que se divirta.
Esse blog foi feito com o intuito de trazer diversos tipos de textos: poemas, histórias, dissertações e todas as outras formas de textos, a fim de entreter o leitor, e sobretudo instiga-lo a pensar e pesquisar mais. Pegue seu café, acomode-se e boa leitura! Espero realmente que se divirta.
Vitor Sá
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