sábado, 21 de junho de 2014

A Grande Aventura [PRÓLOGO]

    Buryür era um jovem anão, como todos que ele conhecia. Tinha 20 anos de idade e já trabalhava nas minas de Doherimm - A Montanha de Ferro(apesar de a maioria da cidade ser subterrânea). Ele fazia aquilo todos os dias, mas parecia não gostar da mineração. Sabia tudo sobre todos os tipos de rochas, cristais e gemas, e nunca tinha visto nenhum perigo aparente, e desejava profundamente mais emoção em sua vida. Seu pai, Dorngein, foi morto por um Golem de Ferro, durante uma aventura nas sombrias Montanhas Sanguinárias, o que faz Buryür ter uma extrema antipatia com objetos animados e seres que foram postos a vida por meios não naturais(como o próprio golem).
    Buryür sempre teve um grande apreço por armas de tiro, e planejava entrar para o Exército de Doherimm. Também gostava de animais, e não suportava ver um animal sofrendo: pra ele, antes os animais do que os próprios anões. 




    Ante a tantos boatos sobre um dragão desolador no mundo fora dos vastos túneis, Buryür vê a chance de sair de sua vida chata e conseguir algum bom feito, mesmo que mínimo. Mas é claro que não o faria de uma hora pra outra, ele não era burro: queria comprar equipamentos e comida antecipadamente para levar em sua jornada. Ele tinha uma velha balestra em sua casa, uma herança de seu pai, no qual ele tinha um grande cuidado. Era velha, e não tinha flechas o acompanhando - teria que comprar mais algumas, caso não quisesse ser morto logo no primeiro dia.
    Chegando na taberna, Buryür pede um caneco de cerveja(sua bebida preferida), e conta entusiasmado para os colegas de mineração sobre como ele acha que vai ser a sua grande aventura.
–Assim que eu sair de Doherimm, vou caminhando em direção à Sambúrdia - cidade próxima à Montanha de Ferro - e ver o que consigo fazer por lá. Depois vou para a capital, conseguir informações sobre esse tal dragão.
    Depois de algumas horas conversando, ele prepara tudo para a viagem: já tinha a comida, as munições para a balestra e até comprou uma pequena adaga, para alguma emergência. Então, Buryür vai caminhando para a saída da Montanha. Ele estava nervoso, como nunca havia estado antes, talvez pela loucura que estava fazendo, talvez por abandonar toda a vida que ele conhecia para começar uma fora de casa. Assim que colocou o pé pro lado de fora da montanha, sentiu uma brisa fria em seu rosto, o sol tocando a sua pele. Ele se sentia mais vivo do que nunca, e entusiasmado para dar inicio a sua grande jornada. 

2 comentários:

  1. Caraca. Ta maneiro e conta a história de quando ele encontrou os outros amigos de equipe

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  2. Sim, os amigos e o elfo hahaha
    Obrigado ;)

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