Buryür sempre teve um grande apreço por armas de tiro, e planejava entrar para o Exército de Doherimm. Também gostava de animais, e não suportava ver um animal sofrendo: pra ele, antes os animais do que os próprios anões.
Ante a tantos boatos sobre um dragão desolador no mundo fora dos vastos túneis, Buryür vê a chance de sair de sua vida chata e conseguir algum bom feito, mesmo que mínimo. Mas é claro que não o faria de uma hora pra outra, ele não era burro: queria comprar equipamentos e comida antecipadamente para levar em sua jornada. Ele tinha uma velha balestra em sua casa, uma herança de seu pai, no qual ele tinha um grande cuidado. Era velha, e não tinha flechas o acompanhando - teria que comprar mais algumas, caso não quisesse ser morto logo no primeiro dia.
Chegando na taberna, Buryür pede um caneco de cerveja(sua bebida preferida), e conta entusiasmado para os colegas de mineração sobre como ele acha que vai ser a sua grande aventura.
–Assim que eu sair de Doherimm, vou caminhando em direção à Sambúrdia - cidade próxima à Montanha de Ferro - e ver o que consigo fazer por lá. Depois vou para a capital, conseguir informações sobre esse tal dragão.
Depois de algumas horas conversando, ele prepara tudo para a viagem: já tinha a comida, as munições para a balestra e até comprou uma pequena adaga, para alguma emergência. Então, Buryür vai caminhando para a saída da Montanha. Ele estava nervoso, como nunca havia estado antes, talvez pela loucura que estava fazendo, talvez por abandonar toda a vida que ele conhecia para começar uma fora de casa. Assim que colocou o pé pro lado de fora da montanha, sentiu uma brisa fria em seu rosto, o sol tocando a sua pele. Ele se sentia mais vivo do que nunca, e entusiasmado para dar inicio a sua grande jornada.
Chegando na taberna, Buryür pede um caneco de cerveja(sua bebida preferida), e conta entusiasmado para os colegas de mineração sobre como ele acha que vai ser a sua grande aventura.
–Assim que eu sair de Doherimm, vou caminhando em direção à Sambúrdia - cidade próxima à Montanha de Ferro - e ver o que consigo fazer por lá. Depois vou para a capital, conseguir informações sobre esse tal dragão.
Depois de algumas horas conversando, ele prepara tudo para a viagem: já tinha a comida, as munições para a balestra e até comprou uma pequena adaga, para alguma emergência. Então, Buryür vai caminhando para a saída da Montanha. Ele estava nervoso, como nunca havia estado antes, talvez pela loucura que estava fazendo, talvez por abandonar toda a vida que ele conhecia para começar uma fora de casa. Assim que colocou o pé pro lado de fora da montanha, sentiu uma brisa fria em seu rosto, o sol tocando a sua pele. Ele se sentia mais vivo do que nunca, e entusiasmado para dar inicio a sua grande jornada.

Caraca. Ta maneiro e conta a história de quando ele encontrou os outros amigos de equipe
ResponderExcluirSim, os amigos e o elfo hahaha
ResponderExcluirObrigado ;)